Rescaldo: Volta da Raia 2019

Mais um domingo de pedaladas, desta vez o destino foi o Pomarão. Esta localidade recebeu no passado dia 6 e 7 de abril mais uma edição do já reconhecido Festival Peixe do Rio. Neste evento, uma das actividades era um passeio de BTT, que o objectivo principal era reunir amantes deste desporto e assim passar uma boa manhã a pedalar e a conviver.

O dia acordou (e manteve-se) cinzento e por vezes caíam umas gotas de chuva, mas mesmo assim não demoveu o pequeno grupo de betetistas a querer “esticar as pernas” e a superar mais uns quilómetros a pedalar. Às 9 horas (já com alguns descontos) deu-se a partida para este passeio, foi feita primeira travessia do rio num barco o que nos fazia antever uma volta com algumas surpresas.

Com todos os atletas já no outro lado da margem, surgiu a primeira dificuldade do dia: uma subida, contínua, de 2,3km que fez “abrir o pulmão” a todos os presentes, que com mais ou menos dificuldade, a mesma foi conquistada. Continuou-se num constante sobe e desce (como era previsível, o alentejo afinal não é assim tão plano), entre trilhos e caminhos de terra batida, a paisagem era singular e de uma beleza ímpar! Do alto das serras, o verde era a cor dominante.

Ao fim de 16km estávamos a meio do passeio e era hora de repor energias no abastecimento. Este foi feito em pleno Vendaval (nome do barco), ou seja, parecia que era um banquete num cruzeiro (tal não era o luxo de comer no meio do rio). As energias foram repostas e bem que eram precisas para a segunda parte deste passeio! As maiores dificuldades vinham agora!

Após o abastecimento a primeira aventura foi o como sair do barco e “entrar” na outra margem, sem que para isso fossem ao banho. Após uma breve discussão de como seria a melhor técnica de “pular” para a margem, o plano foi posto em prática. Digamos que houve um misto de várias actividades ao ar livre: Trail, Montanhismo e caminhada.

Após esta tarefa concluída, era hora de seguir caminho, novamente as dificuldades apareceram: para começar, uma longa e inclinada subida que fazia com que o reforço quase desaparecesse! O caminho tornava-se cada vez mais montanhoso e até à localidade de Picoitos foi praticamente sempre a subir. Por falar em subir, ainda haveria tempo para mais uma última subida (saída desta localidade) para depois, aí sim, descer até ao Pomarão, onde o almoço já nos esperava.

O dia (embora bastante cinzento e por vezes saltando uma gotinha ou outra de chuva) foi propício para esta voltinha, onde a temperatura foi do agrado de todos, a chuva que caiu no(s) dia(s) anterior(es) fez sobressair os cheiros e as cores da flora que se encontrou ao longo de todo o percurso. Um passeio a repetir numa nova ocasião.

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